São atribuições do Chefe de Estado:
I – Declarar guerra e celebrar a paz, consultado o Conselho de Estado, e submetê-las ao Parlamento para aprovação;
II – Representar o País perante Estados estrangeiros e acreditar seus representantes diplomáticos;
III – Celebrar tratados, convenções e atos internacionais sujeitos a referendo do Parlamento;
IV – Decretar estado de defesa e estado de sítio, que será apreciado pelo Parlamento;
V – Decretar a intervenção federal nos Estados-membros;
VI – Exercer o comando supremo das Forças Armadas;
VII – Fixar e modificar os efetivos das Forças Armadas, sob ratificação da Câmara Federal;
VIII – Dissolver a Câmara Federal, convocando novas eleições, quando:
a) o partido ou coalizão perder maioria absoluta;
b) for final de mandato;
c) comprovado crime cometido contra as instituições.
IX – Destituir o Primeiro-Ministro que tiver recebido voto de desconfiança e confirmar ou vetar o candidato eleito para assumir a vaga de Primeiro-Ministro;
X – Dissolver a Câmara Federal quando o Primeiro-Ministro apresentar moção de voto de confiança por ter perdido o apoio da maioria dos membros desta Casa, não conseguindo formar nova maioria ou coalizão em até 21 dias;
XI – Nomear os Ministros do Tribunal Constitucional e dos Tribunais Superiores;
XII – Nomear os Ministros das Relações Exteriores e da Defesa;
XIII – Nomear dirigentes das instituições de Estado: Receita Federal, Banco Central, Casa da Moeda, Tesouro Nacional, autarquias federais e agências reguladoras, após aprovação dos respectivos nomes pelo Senado;
XIV – Nomear o Procurador-Geral e o Advogado Geral da União, que deverão ser aprovados pelo Senado;
XV – Exonerar Ministros de Estado e dirigentes das instituições de Estado;
XVI – Sancionar, total ou parcialmente, as leis aprovadas pelo Parlamento;
XVII – Receber ou rejeitar os Pedidos de Correição contra Primeiro-Ministro, membros do Tribunal Constitucional e da Câmara Federal;
XVIII – Conferir condecorações e distinções honoríficas;
XIX – Instaurar procedimento para concessão de graça, indulto e comutação de pena;
XX – Vetar operações externas de natureza financeira, de interesse da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios, aprovadas pelo Senado;
XXI – Estabelecer limites globais e condições para:
a) as operações de crédito externo da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, de suas autarquias e demais entidades controladas pela União;
b) a concessão de garantia da União em operações de crédito externo e interno dispostos pelo Senado;
XXII – Nomear o Administrador do Distrito Federal, após aprovação do indicado pelo Senado.
“VIII – Dissolver a Câmara Federal, convocando novas eleições, quando:
a) o partido ou coalizão perder maioria absoluta;“
Esta hipótese de dissolução da Câmara Federal, que é muito bem vinda, não ficou exatamente clara. Perder maioria absoluta em que sentido? Nas votações, nas ocupações de cadeiras?
Maioria absoluta de apoio ao primeiro-ministro. Quando um partido ou coalização perde a maioria dos assentos na casa
Perfeito, Roberto! Obrigado, amigo. Vamos!!! Vai vingar!
XI – Nomear (e demitir?) os Ministros do Tribunal Constitucional e dos Tribunais Superiores; Ou convocar eleição de recall?
Gostei desse artigo.
Não seria interessante o Ministro da infraestrutura ser nomeado pelo Chefe de Estado? Até porque a infraestrutura tem que ser algo visado sempre para o futuro, o que combina com o esse cargo.
Mas é! Os ministros ficam com o chefe de estado
XVI – Sancionar, total ou parcialmente, as leis aprovadas pelo Parlamento;
Não poderá vetar tudo?
VIII – Dissolver a Câmara Federal, convocando novas eleições, quando:
c) comprovado crime cometido contra as instituições, (como também contra os princípios desta constituição).
Prejudicar os direitos individuais, e princípios fundamentais da constituição, devem ter tanto peso quanto lesar as instituições de estado)
Penso que deveria a desvincular judiciário executivo e legislativo. Vej o STF hoje… Só Esquerdistas prejudicando o Brasil.
XIII – Nomear dirigentes das instituições de Estado: Receita Federal, Banco Central, Casa da Moeda, Tesouro Nacional, autarquias federais e agências reguladoras, após aprovação dos respectivos nomes pelo Senado;
O Banco central acabou de conseguir autonomia, por que retroceder?
“XII – Nomear os Ministros das Relações Exteriores e da Defesa;” não teria também o Ministério da Justiça e Segurança Pública?